Enciclopédia

Enciclopédia (em grego clássico: εγκυκλοπαιδεία; romaniz.: enkyklopaideía, formado a partir de ἐγκυκλο "circular" + παιδεία "educação") é uma obra de referência ou compêndio que fornece resumos de conhecimento, geral ou especial, em um campo ou disciplina específica.[1][2] As enciclopédias são divididas em verbetes (ou artigos) que são organizados em ordem alfabética pelo nome[3] ou por categorias temáticas, ou então são hiperlinkadas e pesquisáveis.[4]
Os artigos enciclopédicos são mais longos e detalhados do que as da maioria dos dicionários.[3][5] De modo geral, os artigos da enciclopédia se concentram em informações factuais sobre o assunto nomeado no título do artigo;[5] isso é diferente das entradas do dicionário, que se concentram em informações linguísticas sobre as palavras, como sua etimologia, significado, pronúncia, uso e formas gramaticais.[5][6][7][8][9]
As enciclopédias existem há cerca de 2 mil anos[10] e evoluíram consideravelmente durante esse tempo no que diz respeito à linguagem (escrita em uma grande língua internacional ou vernácula), tamanho (poucos ou muitos volumes), intenção (apresentação de um conhecimento global ou de uma gama limitada), perspectiva cultural (autoritária, ideológica, didática, utilitária), autoria (qualificações, estilo), leitores (nível de educação, formação, interesses, capacidades) e as tecnologias disponíveis para sua produção e distribuição (manuscritos, pequenas ou grandes tiragens, Internet). Como uma fonte valiosa de informações confiáveis compiladas por especialistas, as versões impressas encontraram um lugar de destaque em bibliotecas, escolas e outras instituições educacionais.[11]
No século XXI, o aparecimento de versões digitais e de código aberto, como a Wikipédia (juntamente com o formato de site wiki), expandiu enormemente a acessibilidade, a autoria, o número de leitores e a variedade de verbetes.[12]
Etimologia

A palavra enciclopédia vem do grego koiné ἐγκύκλιος παιδεία,[13] transliterado enkúklios paideía, sendo enkúklios "regular, recorrente ou que requer regularidade",[5][14] enquanto paideía significa "educação ou criação de uma criança"; juntas, a frase se traduz literalmente como "instrução completa ou conhecimento completo".[15] No entanto, as duas palavras separadas foram reduzidas a uma única palavra devido a um erro de escriba[16] por copistas de uma edição manuscrita latina de Quintiliano em 1470.[17] Os copistas consideraram esta frase como uma única palavra grega, enkuklopaideía, com o mesmo significado, e esta palavra grega espúria tornou-se a palavra neolatina encyclopaedia, que por sua vez foi emprestado para o inglês. Por causa dessa palavra composta, os leitores desde o século XV frequentemente, e incorretamente, pensaram que os autores romanos Quintiliano e Plínio descreveram um gênero antigo.[18]
Características
A enciclopédia moderna evoluiu do dicionário no século XVIII; essa linhagem pode ser vista na ordem alfabética das enciclopédias impressas.[19] Historicamente, tanto as enciclopédias quanto os dicionários foram compilados por autores bem-educados, mas são significativamente diferentes em estrutura. Um dicionário é um trabalho linguístico que se concentra principalmente em uma lista alfabética de palavras e suas definições. Palavras sinônimas e aquelas relacionadas ao assunto podem ser encontradas espalhadas pelo dicionário, não dando lugar óbvio para tratamento aprofundado. Assim, um dicionário normalmente fornece informações, análises ou antecedentes limitados para a palavra definida.[20][21] Embora possa oferecer uma definição, pode deixar o leitor sem entender o significado, a importância ou as limitações de um termo e como o termo se relaciona com um campo de conhecimento mais amplo.[22]
Para atender a essas necessidades, um artigo enciclopédico normalmente não se limita a definições simples e não se limita a definir uma palavra individual, mas fornece um significado mais amplo para um assunto ou disciplina. A definição de enciclopédia do Merriam-Webster afirma que é "uma obra que contém informações sobre todos os ramos do conhecimento ou trata de forma abrangente um ramo específico do conhecimento, geralmente em artigos organizados em ordem alfabética, muitas vezes por assunto".[23] Além de definir e listar termos sinônimos para o tópico, o artigo pode tratar o significado mais amplo do tópico com mais profundidade e transmitir o conhecimento acumulado mais relevante sobre esse assunto. Um verbete enciclopédico também geralmente inclui muitos mapas e ilustrações, bem como bibliografia e estatísticas.[5]
Além disso, às vezes livros ou listas de leitura são compilados a partir de um compêndio de artigos (retirados total ou parcialmente) de uma enciclopédia específica.[24]
Quatro elementos principais
Quatro elementos principais definem uma enciclopédia: seu assunto, seu escopo, seu método de organização e seu método de produção:
- As enciclopédias podem ser gerais, contendo artigos sobre tópicos em todos os campo [25] (a Encyclopædia Britannica em inglês e a Brockhaus em alemão são exemplos bem conhecidos).[2] As enciclopédias gerais podem conter guias sobre como fazer uma variedade de coisas, bem como dicionários e dicionários geográficos incorporados.[25] Existem também enciclopédias que cobrem uma ampla variedade de tópicos de uma perspectiva cultural, étnica ou nacional específica, como a Grande Enciclopédia Soviética ou a Encyclopaedia Judaica.[22]
- Obras de escopo enciclopédico visam transmitir o conhecimento acumulado importante para o seu domínio temático, como uma enciclopédia de medicina, filosofia ou direito. As obras variam em termos de amplitude do material e profundidade da discussão, dependendo do público-alvo.
- Alguns métodos sistemáticos de organização são essenciais para tornar uma enciclopédia utilizável para referência. Historicamente, houve dois métodos principais de organização de enciclopédias impressas: o método alfabético (consistindo em vários artigos separados, organizados em ordem alfabética) e a organização por categorias hierárquicas.[4] O primeiro método é hoje o mais comum, especialmente para obras gerais. A fluidez da mídia eletrônica, no entanto, permite novas possibilidades para múltiplos métodos de organização do mesmo conteúdo. Além disso, a mídia eletrônica oferece novos recursos para pesquisa, indexação e referência cruzada. A epígrafe de Horácio na página de título da Encyclopédie do século XVIII sugere a importância da estrutura de uma enciclopédia: "Que graça pode ser adicionada a assuntos comuns pelo poder da ordem e da conexão."[26]
- À medida que a multimídia moderna e a era da informação evoluíram, novos métodos surgiram para a coleta, verificação, soma e apresentação de informações de todos os tipos.[27] Projetos como Interpedia, Everything2, Microsoft Encarta e Wikipédia são exemplos de novas formas de enciclopédia à medida que a recuperação de informações se torna mais simples. O método de produção de uma enciclopédia historicamente tem sido apoiado em contextos com e sem fins lucrativos; tal foi o caso da Grande Enciclopédia Soviética mencionada acima, que era inteiramente patrocinada pelo Estado.[28]
Diferenças entre enciclopédias e dicionários
Algumas obras intituladas "dicionários" são semelhantes a enciclopédias, especialmente aquelas que abordam um campo específico (como o Dicionário da Idade Média e o Dicionário de Navios de Combate Navais Americanos). O Dicionário Macquarie, o dicionário nacional da Austrália, tornou-se um dicionário enciclopédico após sua primeira edição, em reconhecimento ao uso de nomes próprios na comunicação comum e às palavras derivadas desses nomes próprios. No entanto, existem algumas diferenças amplas entre enciclopédias e dicionários. Mais notavelmente, os artigos de enciclopédia são mais longos, mais completosdo que as entradas na maioria dos dicionários de uso geral.[3][29] Existem diferenças no conteúdo também. De modo geral, os dicionários fornecem informações linguísticas sobre as próprias palavras, enquanto as enciclopédias se concentram mais nas coisas que essas palavras representam.[6][7][8][9] Assim, embora as entradas do dicionário sejam inextricavelmente fixadas à palavra descrita, os artigos da enciclopédia podem receber um nome de entrada diferente. Como tal, as entradas do dicionário não são totalmente traduzíveis para outras línguas, mas os artigos da enciclopédia podem ser.[6]
Na prática, porém, a distinção não é concreta, pois não há uma diferença clara entre informação factual, "enciclopédica" e informação linguística como a que aparece nos dicionários.[8][29][30] Assim, as enciclopédias podem conter material que também é encontrado em dicionários e vice-versa.[30] Em particular, as entradas do dicionário geralmente contêm informações factuais sobre a coisa nomeada pela palavra.[29][30]
História
Antiguidade
Grande parte dos escritos que procuravam englobar o conhecimento humano na Antiguidade eram de estilo específico, ou especializado (geralmente relacionados à natureza ou à filosofia). Alguns dos grandes filósofos da Antiguidade já haviam tentado escrever sobre todos os campos de conhecimento estudados. Na China antiga, no século III AEC, foi escrita a enciclopédia chinesa mais antiga conhecida, o Erya. O autor (ou autora?) do livro é desconhecido, embora seja tradicionalmente atribuída ao Duque de Zhou, Confúcio ou os seus discípulos.[carece de fontes]
Aristóteles escreveu um conjunto de obras sobre os seres vivos, que foram preservadas: De anima, Parva naturalia, Historia animalium, De partibus animalium, De motu animalium, De incessu animalium e De generatione animalium. Muitas delas tratam de assuntos bastante teóricos, discutindo os motivos dos fenômenos da vida; outras são mais descritivas, compreendendo um vasto volume de fatos. Em Historia animalium, o filósofo grego apresentou uma descrição muito detalhada de aproximadamente 550 espécies, incluindo vertebrados e invertebrados. Também tratou de descrever as aparências externa e interna, os costumes dos animais, redigiu uma comparação detalhada entre as espécies e tentou descrever suas principais características e diferenças.[31]
Quatro séculos após a obra de Aristóteles ser publicada, Plínio, o Velho coligiu, em sua obra Naturalis historiae, todas as informações que pôde encontrar sobre plantas, animais, minerais e diversos outros tópicos, repartidos em 37 partes. A primeira obra apresenta um índice e uma bibliografia por completo. Os livros II a VI tratam, respectivamente, sobre a astronomia e a geografia; os livros VII a XI, tratam sobre a zoologia; os XII a XIX, sobre a botânica e a agricultura; os XX a XXVII, sobre apenas a botânica médica; os livros XXVIII a XXXII descrevem diferentes remédios e antídotos retirados de diferentes animais e do próprio homem; e os livros XXXIII a XXXVII tratam unicamente sobre mineralogia e metais. Essa obra, em conjunto, é considerada uma grande enciclopédia sobre a natureza.[31][32]
Idade Média
No século X, em Constantinopla, apareceu uma obra coletiva greco-bizantina de grande interesse para o conhecimento da Antiguidade Grega. Trata-se de uma compilação de obras e personagens classificadas de forma inovadora por ordem alfabética que se apresenta, portanto, como a primeira enciclopédia: a Suda. Apesar de várias imprecisões e erros, a Suda contém informações inestimáveis, uma vez que seus autores tiveram acesso a obras agora perdidas. Esse cobiçado livro, nos dias atuais, é conhecido como a primeira enciclopédia de que se tem notícia, pela amplidão de conhecimento atingido (porém, não se extinguem possibilidades de terem existidas outras obras, talvez mais completas, de não tanto sucesso).[33]
Santo Isidoro de Sevilha, um dos maiores estudiosos do início da Idade Média, é amplamente reconhecido como sendo o autor da primeira enciclopédia de que se tem conhecimento dos tempos medievais, o Etymologiae[34] (publicado em torno do ano de 630), no qual ele compilou a mais ampla possível aprendizagem disponível na sua época, criando uma enorme leva de conhecimento de 448 capítulos em 20 volumes; é muito valioso não só pela sua importância, mas também por causa das citações e fragmentos de textos de outros autores que teriam sido perdidos não fosse o trabalho de Santo Isidoro.[35]
De Rerum proprietatibus (1240) de Bartolomeu da Inglaterra foi a mais lida e citada enciclopédia na Baixa Idade Média,[36][37][38] enquanto Speculum Majus (1260) de Vicente de Beauvais foi a mais ambiciosa enciclopédia do período tardo-medieval, com mais de 3 milhões de palavras.[36]
Árabes e Persas
As primeiras compilações de conhecimento muçulmanas de que se tem notícia na Idade Média incluíam muitas obras já completas, e um desenvolvimento respeitosamente vasto do que, agora, chamamos método científico, método histórico, e citação. Por volta do ano 960, os Irmãos da Pureza de Baçorá[39] se empenharam na confecção de sua obra "Enciclopédia dos Irmãos da Pureza". Outras obras notáveis foram: a enciclopédia de ciências de Rasis, a prolífica produção de Alquindi de 270 livros, e a enciclopédia médica de Avicena, que foram, por séculos, padrões de referência para trabalhos. Também notáveis são obras de história universal (ou sociologia), como História de Profetas e Reis dos Axaritas, Atabari, Almaçudi, ibne Rusta, Ali ibne Alatir, e ibne Caldune, cuja Muqadimmah contém alertas quanto à confiança em registos escritos que permanecem totalmente aplicáveis hoje. Esses estudiosos tiveram uma incalculável influência sobre os métodos de investigação e edição, em parte devido à prática islâmica isnad, que destacou a fidelidade do registo escrito, verificando fontes, e céticos inquéritos.[carece de fontes]
Idade Moderna

Hoje em dia, é creditada a criação da primeira enciclopédia moderna à Encyclopédie, de 28 volumes, 71 818 artigos, e 2 885 ilustrações, editada por Jean le Rond d’Alembert e Denis Diderot em 1772, tendo como colaboradores Rousseau, Voltaire, Montesquieu e outros ensaístas ilustres. Porém, antes destes respeitáveis iluministas terem atingido um grau de amplitude muito superior, John Harris havia escrito anteriormente, em 1704, a Lexicon technicum, e a ele é creditado o estabelecer do formato moderno de uma enciclopédia, tal como a conhecemos hoje. No século seguinte, George Wilhem Hegel publicou a sua Enciclopédia das Ciências Filosóficas, em que se cristaliza a ideia de enciclopédia como apresentação sistemática de uma ciência ou de um conjunto de ciências.[carece de fontes]
Formatos contemporâneos

O formato hierárquico e sua natureza em permanente evolução tornam obras enciclopédicas alvos perfeitos para publicação em formato digital. Praticamente todas as grandes enciclopédias tiveram uma versão em CD-ROM no final do século XX. A versão em CD-ROM conta com a vantagem de ser portátil e de produção extremamente econômica. Além disso, uma enciclopédia em formato digital pode ter conteúdos como animações e áudio, impossíveis de serem inseridos numa tradicional publicação escrita. A inclusão de hyperlinks ligando artigos relacionados também é uma enorme vantagem do formato digital.[carece de fontes]
Por fim, o advento da internet possibilitou a criação das enciclopédias livres, sendo atualmente as mais conhecidas: a Everything2, a Encarta, a h2g2 e a Wikipédia. Nestas, pela primeira vez na história da humanidade, qualquer pessoa pode fazer contribuições e corrigir e/ou ampliar as entradas já existentes, o que resulta num banco de dados universal (?) que é continuamente aperfeiçoado. Embora qualquer um possa editar essas enciclopédias, atualmente, apenas 15% das edições realizadas na Wikipedia em língua portuguesa, por exemplo, são de mulheres[40]. Algumas iniciativas tentam mudar esse cenário, como a organização Art + Feminism[41], a coletiva curatorial Na Pupila[42] e a cientista inglesa Jessica Wade[43] Este tipo de enciclopédia permite ainda que o significado de um determinado verbete seja consultado em vários idiomas, expandindo os resultados da pesquisa. As enciclopédias impressas modernas do século XX realmente perderam muito valor. Os negociantes de livros em segunda mão possuem dificuldades para vendê-los, e até mesmo algumas associações de caridade as recusam como doações.[44]
Algumas enciclopédias famosas
- Encyclopédie (1750–1772)
- Encyclopædia Britannica (1768–1771)
- Meyers Konversations-Lexikon (1839–1984)
- Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira (1935–1960)
- Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura (1963–1995)
- Enciclopédia Verbo Edição Século XXI
- Enciclopédia Nacional Sueca
- Enciclopédia Finlândia
- Enciclopédia Barsa
- Enciclopédia Caldas Aulete
- Enciclopédia Delta-Larousse
- Grande Enciclopédia Larousse Cultural
- Enciclopédia Larousse da vida animal
- Enciclopédia Mirador (1979)
- Encarta
- Brockhaus Enzyklopädie
- Wikipédia
- Knol
Ver também
Referências
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